O “ês” de libanês, japonês, norueguês etc.
O adjetivo ‘libanês” diz respeito ao Líbano, assim como “norueguês” diz respeito à Noruega, e “holandês” diz respeito à Holanda. Que têm em comum essas três palavras? O processo de formação. Em todas elas existe o sufixo “-ês”, que tem origem latina e é formador de adjetivos pátrios, que nada mais são do que aqueles que indicam procedência, lugar de origem. O detalhe está na grafia: nada de “z”. Todos os adjetivos pátrios terminados em “-ês” são escritos com “s”. Também é importante lembrar que, no masculino, ocorre o acento circunflexo (“libanês” é uma oxítona terminada em “-ês” e, por isso, é acentuada graficamente). No feminino, a história muda: “libanesa” é paroxítona terminada em “a” e, por isso, não é acentuada.

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