April 2006 Archives
Solitários pilares dos céus pesados,
Poetas nus em sangue, ó destroçados
Anunciadores do mundo
Que a presença das coisas devastou.
Gesto de forma em forma vagabundo
Que nunca num destino se acalmou.
Sophia de Mello Breyner Andresen
O verde que habita teus sonhos
Verde do céu e do mar
Verde que está no ar (entre o céu e o mar)
Verde que te faz respirar
Verde que acende e apaga
Verde que ascende e declina
Verde que você irradia
O verde enfim que em tudo está
Um beijo com sabor de ver
Um verde som pra te fazer ninar...
Call
